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Incontinência urinária em esportistas

Apesar de ser uma consequência para aqueles que praticam esportes, não é necessário deixar de fazer as atividades físicas por causa deste distúrbio. Quando você encontra o tratamento e os produtos certos, é possível levar uma vida sem restrições.

Causas

Com a prática esportiva, pode acontecer um aumento da pressão intra-abdominal, o que causa um impacto no assoalho pélvico até quatro vezes maior do que o peso do atleta. Apesar de ser mais comum em esportistas de alto rendimento, pode acontecer com quem têm outros níveis de desempenho.

O distúrbio pode acontecer com mais frequência em praticantes de modalidades que incluem saltos e contração abdominal máxima de forma repetitiva, como como atletismo, artes marciais, fisiculturismo, vôlei, basquete, futebol e handebol.

Tipos e sintomas

A mais comum é a incontinência urinária por esforço, em que o atleta faz exercícios que forcem a musculatura da bexiga.
Incontinência urinária por urgência, tipo menos comum, em que existe a vontade de urinar é impossível de controlar.
Incontinência mista, que é a associação de mais de um tipo do distúrbio.

Tratamento

Como tratar a condição varia de acordo com cada caso e pode ser que a mesma pessoa combine vários procedimentos. Os principais métodos são:

Treinamento da bexiga.
Exercícios do assoalho pélvico.
Medicamentos.
Cirurgias minimamente invasivas, como implante de sling, esfíncter urinário artificial, marca-passo da bexiga e aplicação de toxina botulínica.